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Silicato

A Sílica solúvel presente na água interfere prejudicialmente na maioria das dosagens de enzimas, análise de níveis de traços de metais e análise de eletrólitos; também interferindo diretamente em algumas análises espectrofotométricas.

Uma concentração elevada de sílica na água deionizada pode indicar que as resinas de troca iônica do deionizador já atingiram o ponto de saturação e, conseqüentemente, a necessidade de regeneração de seus leitos de resinas ou troca da coluna deionizadora.

 

Controle Interno da Qualidade

Deve ser prática rotineira do Laboratório Clínico o controle da qualidade da água deionizada utilizada no laboratório. O comitê nacional para padrões clínicos do laboratório (NCCLS), recomenda que a água do tipo II usada em laboratório clínicos deve ser praticamente livre de sílica (Max. 0,10 mg/L SiO2). O baixo nível de sílica na água deionizada/destilada foi recomendação adotada pelo College of American Pathologists (CAP), como item do checklist do programa de Creditação do Laboratório Clinico.

 

Princípio de Ação
Metodologia: Colorimétrica

A Sílica solúvel reage com o Molibdato em meio ácido formando o complexo silicamolibdato de coloração amarela, cuja intensidade é proporcional à concentração de Sílica na amostra. A absorbância do produto da reação deve ser medida nos comprimentos de onda entre 405 e 410 nm. O kit é de fácil utilização e permite o controle diário da qualidade da água deionizada utilizada no laboratório.

 

 

Para mais informações, entre em contato com o SAC através do 0800 031 54 54.